quinta-feira, 27 de maio de 2010

Alô, vocês

Então, deu vontade de escrever aqui. O problema é que não faço a menor idéia do que escrever. .-.

Bom.. como tem muita gente umas 3 pessoas me perguntando sobre o próximo vlog, eu vou gravar assim que meu resfriado demoníaco passar e eu tiver um tempo sozinho em casa.

Caso alguém queira saber, estou escrevendo mais um texto, e deve estar pronto até o fim de semana. É sobre novas maneiras de viver.

Também comecei um livro, baseado no meu texto "Ritual". Ainda não sei como vou conseguir fazer uma história com mais de 100 páginas, mas vou tentar. ;p

Eu queria escrever mais, mas a hora não deixa. Vou acordar 5:40 amanhã, pra passar quase 5h estudando uma matéria chata do caralho pra fazer prova à tarde.

Então, até mais.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Vlogs

Alô, você.

Então, faz tempo que não falo nada por aqui, só tenho postado textos e tal, mas vim falar dos vlogs dessa vez.

Só pra esclarecer: eu sempre gostei desse tipo de vídeo. Mas resolvi começar a fazer mesmo depois que vi o PC Siqueira, do canal maspoxavida. Sim, me inspiro um pouco nele nas gravações. Mas quanto mais você disser que eu tô copiando ele, mais eu vou te mandar tomar no cu e mais vídeos vou fazer. Não faço isso pra agradar ninguém. Pra desagradar, talvez.

Sem mais, aí vai o meu primeiro vlog. O segundo vem no próximo post.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Alfa e Ômega



Venho de um estado de mente mais poderoso do que qualquer coisa. Mais poderoso do que qualquer deus. Uma dimensão onde posso fazer tudo sem me preocupar com o amanhã. Pois este simplesmente não existe.

Existe apenas o aqui e o agora. Posso morrer e reviver infinitamente, cada vez mais forte. Não sei mais o que é limite. Não conheço o medo. Desprezo a dor.

Ah, o poder. O sonho de todo mortal correndo em minhas veias. A capacidade de controlar desde um simples átomo até a maior estrela, na ponta dos meus dedos. Não há barreiras. Não há regras. Nada pode me parar.

O Bom e Velho Passado



Eu tenho o grande defeito de não querer esquecer as coisas que não gosto de lembrar. Na verdade, gosto. Mas não me faz bem.

As lembranças que eu deveria deixar pra trás são o que me alimenta. Lembranças de um passado perfeito, mas que nunca mais serão o presente. E o futuro parece ainda muito distante.

O que me deixa com ódio de mim mesmo é o fato de eu ter deixado estas lembranças tornarem-se meras lembranças. Sei que, se realmente tentar, posso esquecer tudo e seguir em frente. Mas a simples idéia de esquecer já me assusta. Assim como a idéia de tentar fazer com que elas voltem ao presente.

Sei que não depende só de mim, mas ainda me sinto um covarde. É difícil de acreditar que tudo o que foi dito era mentira. Ou apenas uma grande verdade momentânea. Mas a realidade não mente, quando se vive por ela.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Uma Noite Perdida




Sábado à noite. Debaixo da água fria, começo a imaginar como serão as próximas horas. Posso prever boas conversas, risadas, diversão, e só voltar pra casa depois que amanhecer, mas sem saber que nada disso me aguarda. Dominado pela excitação, termino de me arrumar, encontro meus amigos e saio. A festa começa no caminho, com umas voltas de carro pela cidade. Mas minha noite é arruinada assim que chego lá.

Ela está com outro. Eu já sabia, e já devia ter me acostumado com essa visão, mas parece que cada vez é ainda pior. A excitação é substituída por frustração, e já sei que nada mais dará certo daqui pra frente.

Sei que devo voltar pra casa, mas resolvo arriscar e fico ali. Observá-la é inevitável, por mais que me torture. Meus amigos tentam me distrair, em vão. Já não vejo graça em mais nada.

As horas passam, mas só tenho uma imagem na cabeça. Uma imagem que não me agrada de forma alguma, mas me hipnotiza. Me prende de tal forma que não consigo dormir, e todo o resto perde o sentido. 


Levanto no dia seguinte, ainda lembrando do que se passou nas últimas horas. E o amanhã nunca chega.

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Título por: Kyria   :D

A Dor



Ah, a dor. A dor existe para te lembrar de que está vivo, quando sua mente adormece por culpa da rotina. Para os vitoriosos, a dor serve como motivação, não como uma evidência da derrota.

Não tem a ver com masoquismo, não tem a ver com sentir prazer na dor. Tem a ver com saber aproveitá-la e usá-la como um benefício, como um passo a mais em direção à uma superioridade própria.

Aquele que se esconde quando encontra um obstáculo, nunca estará preparado para o mundo real. Este mundo é movido pela dor daqueles que sabem usá-la a seu favor, e se tornam mais fortes através dela. "O que não me mata, me fortalece".

domingo, 25 de abril de 2010

Trivialidades




Sinto falta de algo. Mas não sei exatamente o que é. Não sei se é algo que já tive, ou sempre quis ter. Só sei que sempre que penso sobre isso, fico alegre, pacífico, e desanimado ao mesmo tempo.

Tem algo a ver com amigos, e uma casa grande onde podemos ficar sozinhos. Mas não há festa, brincadeiras ou alvoroço. Há sim um longo momento de calmaria, em que me junto a mais dois fiéis amigos, e ficamos sentados no chão da sala pouco mobiliada e pouco iluminada. Experimentando bebidas refinadas, e com um semblante meio alegre e meio sério em nossos rostos, conversamos sobre trivialidades do cotidiano.

Não sei se é uma metáfora do meu subconsciente, ou se realmente desejo um momento como esse. Talvez seja as duas coisas. Mas sei que nunca serei realmente feliz vivendo aqui. Às vezes, mudar é preciso. Sinto necessidade de novos ares, mas com os mesmos amigos. Os verdadeiros amigos.

Desânimo



Minha cabeça pesa. O desânimo e o cansaço tomam conta do meu corpo, mas não consigo e não quero dormir. Tento me animar de várias maneiras, mas nada funciona. Só o que me resta é fazer o que sempre faço quando estou à toa em casa.

De tempo em tempo, deito na cama para descansar. Me sinto bem relaxado, mas o cansaço não some. Parece que ficarei cansado pra sempre. Uma leve dor de cabeça acaba me limitando mais do que deveria. E remédios não são uma opção.

Tento, em vão, me lembrar de como me curei nas últimas vezes em que me senti assim. Ouvir músicas, por incrível que pareça, não ajudava. Até me sinto mal por isso, como se estivesse ofendendo meu melhor vício. Beber água também não ajudou. Mas nunca achei que fosse ajudar mesmo. O refrigerante acabou, e não sabia fazer café. Perdi a chance de ser salvo pela cafeína.

Por fim, me entrego ao desânimo. Ainda tento me distrair um pouco, mas desisto rapidamente. Resolvo tomar um banho. A água fria acabou aliviando um pouco a dor de cabeça. Devia ter pensado nisso antes...

À medida que a noite cai, vou me sentindo mais leve. A dor de cabeça se foi, e meu corpo vai ressuscitando aos poucos. Levanto-me da cama, na qual estava deitado assistindo um bom filme, que já tinha visto outras trinta vezes. O telefone toca, e um amigo me chama pra sair. Quase não aceitei.

Já em casa, termino a noite da mesma forma como comecei o dia. Pareço morto. Me sinto morto. Estou morto. E o dia seguinte me aguarda.